sábado, 13 de outubro de 2012

Super Mario Bros. Zero Saga - The Hand Of Caos

Autor: Forse Quad
Jogo: Demo...


De vez em quando, um game para o qual demos os ombros por meses nos surpreende, sua excelência nos hipnotiza como um pavão excitado em um dia de sol. SMBZS – THOC é uma dessas raridades.


Antes de compararmos o game com qualquer outro, precisamos lembrar que o game não deve ser menosprezado simplesmente por ser uma demo. Você disfrutará poucos momentos dela, mas, alguns podem ser, na verdade, exclusivos.

Desde o início, os aspectos do game gritam alto valor de produção. Cada detalhe, da modelagem dos elementos que o cercam no jogo, até os sutis efeitos sonoros. Detalhes como esse serão facilmente reconhecidos pelos fãs. Essas animações e efeitos, são invarialmente elegantes que você irá passar metade do tempo se lembrando que aquele é um game SNES e não a mais nova iteração da Nintendo.

Tudo bem, estamos exagerando. Porém, este é um game exagerado. Cada elemento de cenário (retirado de outras “franquias Mario”), textos (que sempre conseguem levar uma metáfora longe demais), e até mesmo diferenças na jogabilidade (você pode virar um casco. Porque não?) fazem o jogo se destacar ao meio de tantas demos medianas.

Diferente das gigantes hacks que possuem histórias nada surpreendoras da imensa barganha que existe na SMW Central, o enredo de THOC parece muito promissor.

Começando pela apresentação do decorrer de fatos, que é muito bem modelada: Um artefato ancestral é capaz de modificar a realidade, misturando as dimensões e bagunçando o universo. Bowser acaba descobrindo sobre tal artefato e seqüestra Toadsworth (alguém aí se lembra do Chanceler, entre outros games do Mario?), pois ele é o único que sabe onde lendário poder encontra-se.
Já é possível notar que com essas caraterísticas, o game não irá decepcionar em futuras versões. Porém, nem tudo são rosas em um jardim e existem certos defeitos a serem considerados.
Em alguns momentos, certos BGs e inimigos podem “bugar”. A demo é relativamente curta, porém, podemos esperar muito das próximas versões.
De qualquer maneira, todos os aspectos funcionam perfeitamente com a premissa do jogo. Vale a pena, por alguns minutos...
Destaque: Levar um susto ao se transformar, de repente, em um casco!
Moscas Insignificantes: Certos cenários (principalmente no BackGround 3), podem inverter de uma hora para outra (não sabemos exatamente se isso é um bug, ou se é pré-meditado pelo autor).
Sugestão da Casa: Buscando inspiração das tradicionais (e deliciosas) culinárias de outros povos, é um prato de beleza e sabor diferenciado. Um espetáculo para nossos olhos.


Dificuldade: 2/5

Nada muito sério. Porém certas mudanças na jogabilidade poderão subir essa categoria em um futuro não muito distante.

Jogabilidade: 9

Ainda há muito a ser provado para afirmarmos alguma coisa. Mas, de qualquer forma, será interessante notar o rumo que Forse Quad pretende tomar.
Gráficos: 10


Visualmente, o game assombra. Acreditamos que, se o game fosse maior, poderíamos jogar por horas e nos sentirmos confortavelmente envolvidos pela calorosa direção de arte do game.

O Mapa: 8

Bem simples. Nada a se reclamar dele. Apesar de nenhuma fase vermelha, seus efeitos colocaram um sorriso em nosso rosto.

Criatividade: 9

Como uma cebola cheia de camadas, a criatividade quase se esbanja completamente. Quase, pois ainda estamos muito curiosos com o rumo do enredo – nada sério.

Nota Final: 8,5

Parece bem promissor, mas vamos esperar para ver o game finalizado. Não chega a ser revolucionário, mas, de qualquer jeito, THOC era reinventar tipos de jogabilidade e dar uma lição de moral a certos autores preguiçosos. Simples: é lindo.

1 comentários:

Anônimo disse...

Nao consigo sair da tela de titulo... o que devo fazer?