domingo, 11 de junho de 2017

Unknown Islandz

Autor: xIque
Hack Finalizada, 31 saídas
Emulador Utilizado: ZSNES 1.51

JooJ
Apresentando... HACK! MAIS UMA! E É ANTIGA, COMO SEMPRE! A hack de hoje é sobre "ilhas desconhecidas". Cada mundo vai representar uma dessas ilhas e nós iremos explorá-las por 20 minutos tentando achar o diabo da saída secreta porque o Bowser roubou a princesa de novo. Confira a entrevista em primeira mão história:


"Bowser pegou Peach novamente! Dessa vez ele a levou ao seu castelo nessas ilhas desconhecidas. Será que Mario salvará Peach novamente...?"

Simples, e o mesmo de sempre. Como deve ter percebido, é uma caraterística comum de hacks antigas terem sua história quase que inalterada. Falando em inalterado, o autor deixou uns belos rastros de inalterações em textos pós-castelo e outros. Como por exemplo, a menção de um switch vermelho no terceiro mundo que me deixou paranoico até os dentes.
O level design é um dos pontos fortes da hack. As fases são bem construídas no geral, mas ao longo da hack você verá que há uma distorção na dificuldade que pode fazer do save state a melhor opção. Os gráficos são basicamente dois: Yoshi's Island e SMB 3. Algo que me deixou bastante confuso foi a questão dos cactos, na imagem acima. O Mario desenvolveu o Sapato Anti-Espinho e agora não toma dano de cactos colados no chão. Os cactos redondos são parte do background, aliás.





Estranho, de fato, mas agora falemos de jogabilidade. O sistema de vida é em coraçõezinhos, começando com três, e aumentando a medida que você acha eles por fases onde há um "?" no nome. Esse sistema certamente deixou a hack mais difícil, pois apenas cogumelos recuperam seu HP, enquanto que os powerups são só powerups mesmo. Ah, e o cogumelo DU MAU venenoso não poderia faltar, é claro. Você se confundirá muito com esses camaradas saindo de blocos inocentes por aí.

Falando de confusão, vamos ver o que tem no cardápio de músicas para nós:
Interessante.
Voltando à review, as músicas são até que bem utilizadas, mas poderia haver um pouquinho mais de variação. Você escuta uma música, avança duas fases e olha ela ali de novo! Se torna um pouco repetitivo, mas as músicas sempre combinaram com o tema ao longo da hack. Incluo nesse bom quesito as músicas do Overworld, que encaixaram perfeitamente com cada mundo. 
Por falar nisso, o mapa também é um ponto forte. Os gráficos são quase que totalmente alterados, com um estilo mais "robusto" e detalhado. As fases combinaram com os temas dos mundos, e os enfeites são colocados bem estrategicamente. Sem mais delongas, vamos para as notas:

Dificuldade: 4/5
Cê vai morrê. 2 vezes por fase.

Jogabilidade: 9/10
Mecânicas foram muito bem utilizadas e há muitas delas espalhadas pela hack. A construção dos níveis não é nem muito longa e nem muito curta.

Gráfico: 8,5/10
O overworld ficou muito bom, os gráficos combinam, mas você pode se confundir com algumas coisas e se prestar atenção, descobri cutoffs bem vagarosos...

Música: 8/10
Bem utilizadas, mas a leve repetição e o uso de um certo "padrão" puxa pra baixo a nota do quesito.

Mapa: 8/10
Gráficos bonitos e que se juntam a temática tanto musical como das fases, e vice-versa.

Criatividade: 8,5/10
O autor teve suas ideias e conseguiu executá-las com uma ligação entre si muito boa.

Nota Final: 8,5/10
Se você tiver umas 2 ou 3 horas livres, vale a pena jogar essa hack e ver quantas mortes você terá até o último castelo. Boa sorte!

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